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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

As 15 Brasileiras Mais Notáveis da Nossa História


Não é tão difícil ao tanto de definir uma lista como esta, pois para quem estudou bem as aulas de história e tem uma vida cercada de informações como eu dá para pensar em um dia nesta lista. São inúmeras brasileiras que escreveram e ainda escrevem de forma honrosa a história do nosso país. 

As Brasileiras Mais Notáveis da Nossa História seria uma lista com 10 nomes, mas é difícil de deixar alguns nomes de fora e destacar umas e outras ficar de fora, mesmo assim selecionei mais de 15, mas preferi fechar um clico com 15 mulheres que talvez muitos irão concordar como talvez não, pois vai do ponto de vista de cada um e para não ser injusto com nenhum nome eu deixarei em ordem alfabética  a lista que eu mesmo montei e existem poucas listas destas na internet, ou seja, tive que lembrar de alguns fatos desde 1500 pra cá.


Anita Malfatti


Foi um dos nossos grandes nomes da arte e revolucionou com suas pinturas. Seu grande destaque foi fazer parte dos grandes artistas da Semana de Arte Moderna em 1922.


Carmen Miranda


Foi pensando nela que eu planejei fazer a esta lista, pois Carmen foi para mim não um dos 15, mas talvez um dos cinco maiores nomes da nossa história, podendo ser até o maior de nossos nomes. A cantora e atriz fez muito sucesso aqui no nosso país, mas despontou muito bem no exterior, principalmente nos Estados Unidos levando o nome do nosso país de forma honrada e ética, mas muito brasileiros naquela época desaprovaram isso, mas hoje vemos a importância de sua estadia por lá.


Chiquinha Gonzaga


Foi uma das grandes pioneiras da nossa música compondo milhares de letras de músicas, muitas delas marchinhas de carnaval. Foi também responsável por mais de 70 peças de teatro e todas elas de grande sucesso. Ficou a frente de uma orquestra que só haviam homens. Até hoje todos os seus trabalhos são reverenciados e respeitados por conta de seu pioneirismo


Cora Carolina


Este não era seu nome e sim Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas e viveu por muitos anos mesmo, porém durante grande parte da sua vida ela foi doceira no interior de Goiás. Só foi ter ascensão após os 70 anos de idade quando começou a escrever contos, cantigas e poesias de forma muito autentica e simples, sem ao menos ter participado de algum movimento literário. Suas obras até hoje são reverenciadas e utilizadas em instituições de ensino.


Dilma Rousseff


Nossa presidente seria o nome que por enquanto fecha com chave de ouro, pois após muitos obstáculos e lutas por muitos direitos e igualdade, muitas mulheres perderam batalhas, se destacaram em outros aspectos até que em 2011 Dilma se tornou nossa grande chefe do Brasil e assumirá por mais quatro anos.


Elis Regina


É até hoje a nossa maior voz do Brasil, a maior cantora de todos os tempos e uma das melhores vozes que apareceram no mundo. Elis nos emocionou com suas dignas interpretações e até hoje nos emociona com registros em mídias musicais e audiovisuais.


Fernanda Montenegro


Ela é conhecida como a Dama do Teatro, isso porque há muitos anos atrás mulher que fazia o trabalho de atriz sofria muitos preconceitos e assim aconteceu quando ela migrou para a TV. Fernanda fez muitos trabalhos que foram premiados e reverenciados. É ícone do hall de artistas de teatro e teve ainda mais respeito no cinema ao concorrer prêmios no exterior. É um dos Top of Mind da dramaturgia brasileira.


Gisele Bündchen
 

Todos sabem do carinho que tenho por ela e a admiração, mas vendo de uma forma parcial o nome de Gisele Bündchen e sua importância é monstruosa, mas o patamar e o respeito que ela ganhou é o que ela faz mais para o mundo em questão da moda, aqui no Brasil ela conquistou espaço e vitórias para nossa natureza, fauna e flora. Pela sua idade ainda tenho a sensação de que ela ainda fará muitas coisas sensacionais por aqui em nossas terras.


Hebe Camargo


A nossa maior Dama da Televisão, um título de muito merecimento. Era para ser a primeira mulher a aparecer na televisão brasileira, mas adiou para mais uns dias e desde então conquistou muitos corações e foi responsável por noites agradáveis em frente a telinha, sem falar no seu carisma, dedicação, amor as pessoas e a humildade de sempre.


Irmã Dulce
 

Ela se chamava Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes e teve uma das mais belas e incríveis histórias de compaixão, amor, dedicação e temor pelo humanos mais necessitados. Ela ficou conhecida como “O Anjo Bom da Bahia”. Ela foi responsável por muitas obras beneficentes, lutou por várias causas para o melhor aos necessitados e doentes.


Leila Diniz


Leila foi uma atriz, mas ficou conhecida pelo fato de ser uma das líderes e símbolo da revolução feminina e conseguiu quebrar muitos tabus e romper alguns preconceitos. Os jornais, TVs e revistas davam muito destaque ao que ela fazia, pois se ela estava de biquíni ou lingerie com uma placa com dizeres feministas lá estavam todos registrando este grito de igualdade. Nem todas as feministas concordavam com suas atitudes, ainda mais que Leila defendia o amor livre, uma sexualidade mais aberta, mas hoje em dia muitas mulheres a agradecem pelo que fez.


Maria da Penha


Seu nome e sua causa hoje é lei no Brasil. Maria da Penha durante seu casamento foi agredida por diversas vezes pelo seu então marido na época e com isso ela lutou muito para que seu agressor fosse preso e condenado. Líder de movimentos de defesa dos direitos da mulher, Maria conseguiu reunir muitas assinaturas e mostrou em provas vivas e em outras formas que a agressão a mulher poderia ser um crime e em 2006 a Lei Maria da Penha está em rigor.


Maria Esther Bueno


Nos esportes foi a primeira mulher brasileira a ter um destaque mais vitorioso em torneios internacionais. Maria foi uma tenista genial e de talento absurdo e foi a primeira mulher do mundo a vencer os quatros torneios do Grand Slam (Australian Open, Wimbledon, Roland Garros e US Open). E não para por ai, pois ela chegou a uma marca histórica de 589 títulos que conquistou desde criança e tentou avançar ainda mais na carreira até o seu limite.


Maria Quitéria


Lembro do nome dela nas aulas de história e quando pesquisei na internet ela é uma das unanimidades entre as mulheres mais importantes. Maria Quitéria foi a primeira mulher brasileira a fazer parte do nosso exercito e teve que vestir trajes de homem, mas para ela não era problema. Foi considerada a Heroína da Guerra da Independência e a Joana d’Arc Brasileira. Hoje ela é a Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.


Princesa Isabel


Entre as unanimidades a Princesa Isabel é quase que a maior de todas, ou uma das três mais citadas por brasileiros. Muitos estão até afinados e sabem o que ela fez pelo Brasil? Com certeza, ela foi a criadora da Lei Áurea que daria o fim da Escravidão no Brasil que foi uma das maiores vergonhas que teve no nosso país. Teve outras funções aqui no Brasil até porque ela foi Princesa, a última a ter esta condecoração aqui no país, mas mesmo assim chegou a reger o Brasil por alguns momentos na ausência de seu pai e avó e com estas regências conseguiu criar a Lei tão conhecida por nós.


MasterChef Brasil | Um Acerto na TV Aberta em 2014


O Brasil e os Brasileiros em geral amam um Reality Show, mas levando em conta o MasterChef  ele não se tratava profundamente de um reality até porque ele mostrava apenas as competições em si, mas a vida de cada participante e o convívio entre todos eles não eram exibidos, até por conta do tempo de programa e metodologia que não caberia ver bastidores, assim como acontece no The Voice Brasil.

Quando o MasterChef Brasil chegou, obviamente, no Brasil não causou muita expectativa nas pessoas, primeiramente porque nem muitas pessoas assistem ao programa na TV por assinatura, mesmo assinando uma TV, outro fator, até preconceituoso é que o programa seria exibido na Bandeirantes que nunca foi um canal que conseguiu estatizar algum tipo de reality, ou seja, gerava até uma desconfiança minha e de algumas pessoas que talvez achariam que este programa caberia quem sabe, na Globo, sim muitos pensam assim ainda. O programa quando estava se anunciando tinha um ponto positivo que era a apresentação de Ana Paula Padrão, uma jornalista e mulher de grande carisma do público e nos perguntávamos o que ela fazia por lá.

O programa MasterChef Brasil começou com um forte marketing do canal e mostrava a personalidade dos jurados, que são Chefs consagrados da gastronomia brasileira e isso foi notado ainda mais a cada semana. Acredito que muitos como eu não viram com tanta atenção aos primeiros capítulos do programa, e isso é provado em Ibope, pois a cada semana o programa evoluía e evoluía.A concorrência do programa era forte, pois era a melhor série de TV aberta, Tapas & Beijos e ainda tinha mais tarde o Profissão Repórter que eu considero um dos grandes programas do ano, ambos na TV Globo.

O programa começou a ganhar forças semanas depois quando pelo menos seis participantes já haviam sido eliminados, eu calculo desta forma e eu comecei a acompanhar de verdade uma semana depois e já conhecia o nome de todos os competidores e os jurados eram grandes personagens do programa, pois os três tinham muitas autenticidade e personalidade e a Ana Paula Padrão que era então um ponto a destacar, acabou se escondendo por vários momentos do programa para dar brilhos aos demais, uma decisão certa do canal. Um fator relevante foi uma prova de repescagem onde participantes eliminados voltariam a competir por uma vaga, e isso fez com que todos familiarizassem com o programa ao todo. 

Alguns participantes começaram a instigar e a atiçar o público, causando torcidas e isso era notável na demonstração de twittadas que era mostrados em tempo real. Alguns deles com personalidade e sentimentos de amor e ódio foi nos causando. Talvez os mais notáveis deste programa foram: Elisa, que era de fato uma das favoritas, Estefano  que causou comoção nos jurados e público, Helena que era muito competente, Luis que tinha uma particularidade muito grande e Mohamad  que era um exemplo de um competidor até então abaixo dos demais, mas contava com a sorte de ficar até a semifinal.


Elisa, a primeira MasterChef Brasil


Nas semanas finais o programa que já se beneficiava com a evolução no Ibope crescia cada vez mais e conquistaria a vice liderança, não só pelas pessoas que lá participavam, mas pela curiosidade de ver aos pratos do dia e ver a disputa em si que gerava muita pressão devido ao tempo estipulado para cada um fazer este prato. No seu antepenúltimo foi confirmado que o programa foi de fato um acerto, mas um tiro no pé veio na semifinal, pois o MasterChef Brasil  exibido às terças teve seu penúltimo capítulo numa quinta feira e ainda teve que disputar o Ibope com o The Voice Brasil gerando dúvidas para o público que amam realitys shows. Eu não consegui estar na TV neste dia, mas assim que tive uma oportunidade eu escolhi ver ao vídeo MasterChef Brasil primeiro e o The Voice Brasil apenas li o que houve. No último episódio vi que o programa bombou tanto no Twitter e no Facebook, onde muitos amigos colocaram que estava vendo ao programa e por 33 minutos o programa foi líder de Audiência. A vencedora achei justa que foi a jovem Elisa, de apenas 24 anos.

Considero o MasterChef Brasil um grande acerto na TV Aberta em 2014, pois faltava algo nesta categoria para vermos em frente a tela que era algo que se travava de uma disputa que envolvesse comida, mas tratado mais a sério, não como vemos no programa da Ana Maria Braga que é paralelo ao seu programa. Muitos realitys em sua primeira temporada geram muitas expectativas e quando consegue de forma positiva causa um fator emocional nos diretores de canal e erros são cometidos na segunda temporada, talvez o The Voice Brasil e o O Aprendiz foram programas que mantiveram o bom nível em suas segundas temporadas e para o MasterChef Brasil  acertar novamente é dar um tempo, esperar pelo menos uns 10 meses até chegar a mais um programa.

Quem diria que na Bandeirantes poderíamos nos surpreender com um bom programa de TV, aliás, o canal vem em constante crescimento e com acertos e ajustes vem se tornando mais vista e o MasterChef Brasil  provou que o canal sabe fazer um bom programa com cenário moderno, apresentadora carismática, jurados de personalidade e participantes engajados e nos conquistar. Parabéns ao Grupo Bandeirantes e a Elisa que venceu ao primeiro MasterChef Brasil.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Os 50 Maiores Brasileiros de 2014


O ano de 2014 está chegando ao seu fim e para demonstrarmos que o ano foi bom vou apresentar a vocês pelo terceiro ano a lista dos 50 Maiores Brasileiros, agora na versão 2014 e que contará com pessoas ligadas a várias categorias do mundo dos famosos entre esportistas, políticos, atores de TV, cinema, música, teatro, jornalistas, apresentadores e destaques da arte em geral. Na lista irei postar os 25 Maiores Homens e as 25 Maiores Mulheres do ano

Duas coisas que se destacaram neste ano e teremos representantes nesta lista foram as eleições que muitos candidatos se tornaram grandes alvos de nossos olhos e sempre estávamos querendo saber o que cada um fazia, e quase todos os presidenciáveis estão fazendo parte desta lista. Outro destaque foi a Copa do Mundo que não trouxe muitos nomes, mas os que aparecem deixaram marcados.

Pra variar a televisão foi o grande centro novamente para agradar as pessoas e muitos nomes de integrantes de novelas e programas de TV tiveram seu espaço reservado, mas muitos que são da TV tiveram destaque mais no cinema que teve um de seus melhores anos.

O esporte nos trouxe novamente bons nomes e acredito que um destes nomes é o que logo penso como o maior do ano devido a sua simplicidade e por levar o nome de seu esporte no mundo e outro lado, o das mulheres ela não é do esporte mas transmite o esporte e foi também o primeiro nome que eu pensei.

O ano da música aqui no Brasil não foi tão bom como nos demais anos onde a riqueza da MPB teve um brilho diferente, mas alguns nomes se destacaram por representar muito bem nosso país e nossa música que precisará de mais força para 2015.


Os 25 Maiores Homens


Aécio Neves
Alexandre Nero
Aranha
Babu Santana
Chico Buarque
Danilo Gentili
David Luiz
Eduardo Jorge
Fernando Haddad
Gabriel Medina
Gregório Duvivier
Jean Wyllys
José Aldo
Leandro Hassum
Milton Leite
Nelson Motta
Neymar
Nizan Guanaes
OsGemeos
Paulo Gustavo
Ricardo Lucarelli
Thalles Roberto
Thiago Castanho
Tony Ramos
William Bonner


As Maiores 25 Mulheres



Alessandra Ambrósio
Ana Paula Valadão
Andréa Beltrão
Bruna Marquezine
Cristiana Lôbo
Dilma Rousseff
Erika Januza
Fabiana Claudino
Fátima Bernardes
Fernanda Gentil
Fernanda Lima
Giovanna Antonelli
Gisele Bündchen
Ivete Sangalo
Jaqueline Carvalho
Lília Cabral
Luciana Genro
Mara Gabrilli
Marina Silva
Mayra Aguiar
Mônica Martelli
Samantha Schmütz
Tainá Müller
Tatá Werneck
Vanessa da Mata



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Seleção do Campeonato Brasileiro 2014 e o Craque


Mais um Campeonato Brasileiro se encerra e mais uma vez deu Cruzeiro, pela segunda vez seguida e foi um título justo ainda mais pelo time que tem e a ótima gestão que não vendeu jogadores e com a mesma base de 2013 conseguiu com folga de novo seu quarto campeonato.

Ano de 2013 eu elegi assim como muitos Everton Ribeiro como o Craque do Campeonato Brasileiro e ele está na minha seleção, mas o Prêmio de Craque do Campeonato Brasileiro  de 2014 fica por conta do meia Ricardo Goulart que conseguiu em todos os jogos decisivos fazer a diferença e gols que garantiram vitórias grandiosas ao time do Cruzeiro, aliás o Cruzeiro tem a maioria dos seus jogadores na minha Seleção do Campeonato Brasileiro com cinco representantes. Vejam abaixo no esquema 4-5-1


Goleiro:
Marcelo Grohe (Grêmio)

Zagueiros:
Dedé (Cruzeiro)
Gil (Corinthians)

Laterais:
Marcos Rocha (Atlético Mineiro)
Mayke (Cruzeiro)

Volantes:
Lucas Silva (Cruzeiro)
Souza (São Paulo)

Meias:
Éverton Ribeiro (Cruzeiro)
Ricardo Goulart (Cruzeiro)
Paulo Henrique Ganso (São Paulo)

Atacante:
Guerrero (Corinthians)


Revelação:
Erik (Goiás)

Craque:
Ricardo Goulart (Cruzeiro)

Técnico:
Marcelo Oliveira (Cruzeiro)



domingo, 7 de dezembro de 2014

The Moment Music - Top 20 (ed. 337)


Pessoal este é a última parada do The Moment Music  de 2014, pois tivemos que encerrar mais cedo e nesta última quem ficou no topo foi a canção Bang Bang, ficando na vice foi Rude. Em breve irei postar o Year End Chart com as 100 melhores do ano.




( 1 ) Bang Bang - Jessie J/Ariana Grande/Nicki Minaj [ = ] | 11 semanas | PP:1 [3X]






( 2 ) Rude - Magic! [ = ] | 14 semanas | PP:2






( 3 ) Shake It Off - Taylor Swift [ = ] | 14 semanas | PP:1 [4X]






( 4 ) Baby Don't Lie - Gwen Stefani [ +1 ] | 5 semanas | PP:4






( 5 ) All About That Bass - Meghan Trainor [ +1 ] | 9 semanas | PP:1 [4X]






( 6 ) Break Free - Ariana Grande [ -2 ] | 15 semanas | PP:4






( 7 ) Stay With Me - Sam Smith [ +3 ] | 4 semanas | PP:7






( 8 ) Mais Ninguém - Banda do Mar [ -1 ] | 10 semanas | PP:7






( 9 ) Blank Space - Taylor Swift [ +6 ] | 2 semanas | PP:9






(10) Blame - Calvin Harris feat. John Newman [ +3 ] | 7 semanas | PP:10






(11) Na Batida - Anitta [ -3 ] | 6 semanas | PP:8






(12) Really Don't Care - Demi Lovato [ -3 ] | 18 semanas | PP:4






(13) Diz pra Mim - Malta [ -2 ] | 7 semanas | PP:10






(14) Anaconda - Nicki Minaj [ -2 ] | 15 semanas | PP:2






(15) Lie a Little Better - Lucy Hale [ NEW ] | 1 semana | PP:15






(16) Serpente - Pitty [ NEW ] | 1 semana | PP:16






(17) Rather Be - Clean Bandit feat. Jess Glynne [ = ] | 24 semanas | PP:1 [8X]






(18) Love Me Harder - Ariana Grande [ NEW ] | 1 semana | PP:18






(19) Break The Rules - Charli XCX [ +1 ] | 3 semanas | PP:19






(20) All About You - Hilary Duff [ -6 ] | 5 semanas | PP:12







sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A evolução dos controles de video game


Por Gustavo Bonato Abrão


O controle é ao mesmo tempo o elemento que separa e integra o jogador ao mundo virtual. Se o controle parece ser uma extensão do seu corpo a experiência fica mais fluida e as ações se tornam mais naturais. Se o desenho do controle é “desajeitado” ou até mesmo doloroso, não importa se é Call of Duty, Metal Gear ou Gears of War, tudo pode ir por água abaixo.
Manches, joysticks, direcionais e botões. Os controles são os dispositivos de entrada que transformam os desejos do jogador em movimentos na tela. Da mesma forma que os consoles evoluíram desde o seu surgimento, os controles e formas de se jogar também foram evoluindo com o passar do tempo.
Dos modestos potenciômetros que comandavam as barras de Pong aos avançados sistemas de captura de movimento, os controles passaram — e ainda passam — por grandes mudanças no seu formato e funcionamento.

Com a chegada do Kinect, um sistema de comando que não requer a utilização de nenhum controle, estaria declarada a morte dos “joysticks”?
A pergunta ainda está longe de ser respondida, mas o Baixaki Jogos resolveu dar uma olhada na evolução histórica que culminou no desenvolvimento dos novos controles com captura de movimento.

Nada se cria, tudo se transforma

Primeira geração (1972–1977)

Por razões óbvias, os primeiros controles surgiram na mesma época em que os primeiros video games. Apesar de Tennis for Two levar a fama de primeiro jogo, é Spacewar quem apresenta os primeiros esforços concretos para a criação de um controle próprio para um determinado jogo.
A versão original do projeto, concebido pelos membros do Tech Model Railroad Club (TMRC) do Instituto de Tecnologia de Michigan, utilizava as teclas presentes no monitor do computador PDP-1. Além de nada confortável, este sistema também era injusto, pois favorecia quem estava mais perto do monitor.
Para solucionar o problema, a equipe do TMRC “arranjou” partes sobressalentes em outras salas da universidade e construíram duas caixas com dois interruptores (para rotação e aceleração) e um botão de tiro.
Surgia assim o primeiro controle de vídeo game e, pela primeira vez, os dois jogadores puderam se afastar do monitor e jogar com um controlador externo.
Spacewar foi um sucesso e foiincluído em cada computador PDP-1. O único problema é que estes computadores monolíticos que ocuparam salas inteiras só eram realmente utilizados em grandes empresas e universidades.
Felizmente, Nolan Bushnell — que mais tarde fundaria a Atari — frequentava uma destas universidades que possuíam um PDP-1. Ao ver o sucesso do jogo, Bushnell sabia que a popularização desta tecnologia era o futuro do entretenimento. Assim, o fundador da Atari criou Computer Space — a primeira máquina arcade.
O aparelho era uma versão adaptada de Spacewar, mas contava com o mesmo esquema de controles com três botões, dois para movimentação e outro para atirar. No entanto, o que fazia sentido para estudantes do Instituto de Tecnologia de Michigan não era exatamente o que funcionava para o público geral.
A estrutura de monitor na altura da visão e controles perto da cintura foi aprovada, mas a ideia de três botões era muito “desafiadora” para quem estava acostumado às duas palhetas dos fliperamas.
Enquanto isso, um engenheiro chamado Ralph Baer — mais conhecido como o PAI dos video games — trabalhava no que seria o primeiro console caseiro, o Magnavox Odyssey. Apesar do design nada aprazível, o console de Ralph Baer rodava vários jogos e contava com dois controladores.
Os controles do primeiro Odyssey eram extremamente simples e promoveram uma grande revolução no mundo dos video games. Basicamente, o controle era composto por dois potenciômetros — componente eletrônico onde a conexão central é deslizante e manipulável, como os velhos sintonizadores de rádios mais antigos — um comandava a movimentação de uma barra na vertical, enquanto o outro controlava o efeito da bola.
O sistema foi rapidamente assimilado pelos jogadores — mesmo que o console não tenha feito o mesmo sucesso, muito por conta da péssima estratégia de marketing da Magnavox. Na tentativa de “empurrar” seus televisores, a empresa anunciava que o Odyssey só funcionava em TVs da marca Magnavox.
Aproveitando a “abertura” deixada pelo Odyssey, Nolan Bushnell redesenhou os controles e o jogo criado por Ralph Baer (Tennis do Odyssey) e lançou o mundialmente famoso Pong.
Nolan Bushnell aprendeu com seus erros e sabia que quanto mais simples melhor, portanto se o Odyssey precisava de dois discos de comando, Pong necessitava de apenas um — o efeito deixou de contar com um botão próprio e era aplicado conforme você batia na bola.
Os controles eram extremamente acessíveis e a popularidade dos video games foi às alturas. Inúmeros consoles idênticos chegaram às lojas, oferecendo versões minimamente diferentes de Pong, ou melhor, Tennis do Odyssey.
Em paralelo a tudo isto, o desenvolvimento dos computadores pessoais (os famosos PCs) começava a avançar e grupos de programadores já contemplavam as futuras aplicações dos aparelhos como plataformas de jogos.
Os primeiros computadores da Apple, Commodore e Tandy, já contavam com jogos — que curiosamente tinham que ser programados no PC pelo próprio jogador — cuja interface de controle era o bom e velho teclado alfanumérico.

A ascensão dos 8-bit e o surgimento do joystick

Segunda geração (1977-1983)

Em agosto de 1976, a fabricante de televisores Fairchild seguiu o exemplo da Magnavox e resolveu se aventurar no mundo dos video games. O Fairchild Channel F foi um grande salto evolutivo dos consoles caseiros, sendo o primeiro vídeo game com cartuchos intercambiáveis.
Além disso, o Channel F também trouxe outra grande novidade, o joystick. O controle parecia um detonador — tratava-se de um bastão com um joystick no topo. Nada ergonômico, mas extremamente eficiente.
Em tempo, o Channel F caiu no esquecimento, especialmente com a chegada do todo poderoso Atari 2600. O novo console contou com centenas de jogos e um “bundle” que vinha com, pasmem, quatro controladores — dois tradicionais, como os utilizados em Pong e dois joysticks.
A introdução dos joysticks foi um grande marco na evolução dos controles. O sistema de movimentação aliado ao botão de ação era incrivelmente apropriado para a maioria dos títulos da época.
O Atari 2600 deu a partida, mas foram seus sucessores que evoluíram o sistema. O Intellivision da Mattel compreendeu algo essencial, os jogadores queriam manches menores — os primeiros joysticks eram inspirados diretamente nos manetes dos arcades.
Nos consoles caseiros, não havia muita lógica para tal robustez, afinal, os controles não estavam pregados à mesa. Assim, o Intellivision apresentou um novo desenho que substituiria o joystick tradicional e abriria as portas para um novo tipo de controle (mas estamos nos adiantando).
Em vez de um manche, o controle do Intellivision contava com um disco dourado que podia ser inclinado para oito posições diferentes — mais tarde, este estilo daria origem aos nossos direcionais digitais.
Outro controle que seguiu esta tendência foi o do Colecovision, cujo joystick era suficientemente pequeno para ser operado com a ponta dos dedos. Mas foi o a Atari, mais uma vez, quem deu o passo além.
O controle do Atari 5200 é indiscutivelmente ruim, porém seu conceito é genial — tanto que ainda é observado nos controles contemporâneos. Estamos falando do manete analógico.
A ideia foi brilhante, salvo por um enorme problema: o manche não retornava automaticamente para o centro — ou seja, se você o move-se para a direita ele permaneceria ali. Outro conceito que se espalhou pela maioria dos controles da época era a utilização de teclados numéricos como botões de ação.
O visual avançado — lembre-se de que estamos falando da tecnologia da década de 1980 — não acrescentava em nada à jogabilidade e servia apenas para confundir os jogadores que tinha que decorar a posição dos números e quais suas funções em cada jogo.

Nintendo, SEGA e o direcional em cruz

Terceira geração (1983 – 1987)

Os video games sofreram com a Grande Crise de 1983, porém a crise fomenta a criatividade. A Nintendo começou a desenvolver uma série de jogos portáteis com tela de LCD, os famosos Game and Watch.
A jogabilidade da maioria dos títulos era extremamente simples, necessitando de um ou no máximo três botões de direção diferentes. Porém, a versão de Donkey Kong necessitaria de quatro posições. Surgia assim a primeira grande contribuição da Nintendo para o mundo do design de controles, o direcional em forma de cruz (+).
A linha Game and Watch foi desenvolvida para ser jogada em movimento e, portanto, controlável com apenas uma mão. A introdução do direcional em forma de cruz permitiu que os jogadores comandassem, com apenas um dedo, movimentos elaborados (oito direções).
O conceito foi tão bem recebido que a Nintendo importou a ideia para o seu novo console caseiro, nada mais nada menos do que o famoso Nintendo Entertainment System (NES). O controle do NES é simples e totalmente inovador.
Os jogadores nunca haviam visto nada parecido, não havia manche, botões numéricos ou discos de comando. Apenas um retângulo com uma cruz e dois botões. E isso não foi tudo, o NES também apresentou vários outros acessórios, como a pistola Zapper e o tapete Power Pad — além de outros menos populares e funcionais, mas igualmente revolucionários.
A SEGA e a NEC seguiram o exemplo da Nintendo e lançaram controles similares para o SEGA Master System e o TurboGrafx-16. Na prática, pouca coisa mudou, o desenho era exatamente o mesmo, direcional em cruz e dois botões de ação — salvo pelo TurboGrafx-16 que contava com dois botões turbo adicionais.

Eu quero mais botões!

Quarta geração (1987 – 1993)

Jogos mais complexos, controles mais completos. Com a indústria dos vídeo games em franco crescimento, a Nintendo e a SEGA preparavam o lançamento de novos consoles, iniciando a guerra dos 16-bits.
Com a chegada do Mega Drive da SEGA e do Super Nintendo (SNES), os controles passaram por uma nova evolução. Como os títulos ficaram mais complexos, os controles tiveram que se adaptar para acompanhar as inovações e dois botões de ação já não eram mais suficientes para tantas possibilidades.
Assim, a SEGA deu o primeiro passo com o controle do Mega Drive. O formato ergonômico, o direcional e os três botões foram uma verdadeira benção para as mãos dos jogadores — especialmente para os fãs de jogos de luta.
Já o controle do SNES foi tão revolucionário quanto o do seu sucessor direto, o NES. Além do direcional digital e dos quarto botões de face, o periférico introduziu o conceito dos botões laterais (L e R) e o melhor de tudo é que o formato adquiriu formas mais arredondadas e muito mais confortáveis.
Controles literalmente vibrantes Quinta geração (1993 – 2000) A evolução continua e a Nintendo não queria perder o bonde da história. Para se manter a frente da SEGA — principal rival da época — a empresa pretendia lançar a nova geração de consoles antes da concorrência.
Para tanto, havia iniciado uma parceria com a Sony para desenvolver um acessório para o SNES que permitisse rodar CDs de jogos. A parceria não deu certo, mas o tal aparelho se transformou em um dos maiores video games da história, o PlayStation.
O novo console veio com um novo controle, a forma arrojada e dois botões novos (L2 e R2), que não assustaram os jogadores. Eles acolheram o novo membro a já extensa família dos video games.Porém, alguns anos mais tarde, a Sony deixaria o controle ainda mais interessante, adicionando duas funcionalidades, manches analógicos e vibração. O DualShock mudou para sempre a forma de se jogar video games e está presente até hoje, com algumas inovações, no PlayStation 3.
Enquanto isso a Nintendo apresentava a sua resposta com o Nintendo 64. O desenho não era ruim, mas havia excessos e, no final, o controle deu conta do recado. Além de oferecer uma porta de entrada para expansões que aumentavam as funcionalidades do aparelho, incluindo o famoso Rumble Pack, o controle também possuía um gatilho, ideal para os jogos de tiro.

Poucas inovações, grandes controles

Sexta geração (2000 – 2005)

A sexta geração foi marcada mais pelo avanço do hardware responsável por rodar os jogos do que pela forma como você os jogava. O controle DualShock 2, do PlayStation 2, não trouxe nenhuma novidade no desenho, ficando restrito apenas a melhorias na sua estrutura e funcionamento.
Enquanto isso, a SEGA e a Microsoft parecem ter se inspirado nas mesmas fontes para criar os controles do Xbox e do Dreamcast. Controles robustos, porém ergonômicos — e no caso do Dreamcast com uma agradável surpresa, um cartão de memória com tela de LCD.
O destaque fica por conta do GameCube da Nintendo, não pelo seu desenho em si, mas pela evolução que o controle desencadearia na geração futura. O Wavebird foi lançado algum tempo depois do GameCube e foi o primeiro controle sem fio realmente funcional.

Sem fio e sem controles

Sétima geração (2005 - Dias Atuais)

A nova, e atual, geração de consoles trouxe uma grande revolução na forma de se jogar. O desenho dos controles do Xbox 360 e do PlayStation 3 não mudaram muito, mas receberam vários ajustes.
O DualShock 3 passou a ser sem fio e ganhou um acelerômetro, permitindo que o console captasse alguns movimentos do próprio controle. Mas a Nintendo foi além e baseou toda a construção do Wiimote na tecnologia de captura de movimento.
O Nintendo Wii deu início a uma nova tendência nos video games, jogar com controles que capturam os movimentos do jogador — oferecendo muito mais interatividade. Ao mesmo tempo, no campo dos portáteis, a Nintendo promove outra evolução.
O Nintendo DS conta com um esquema de controles tradicional, muito parecido com o do saudoso Games and Watch, mas com a adição de uma tela sensível ao toque — que por sua vez é utilizada como controle em váriso jogos do console.
Na mesma entoada, a Sony desenvolveu o PlayStation Move, um controle que, aliado a uma câmera, detecta os movimentos do jogador, transformando-os em comandos dentro do jogo.
O PS Move foi um grande salto em relação ao próprio Wiimote, por oferecer uma precisão muito maior do que o controle da Nintendo. E eis que a Microsoft resolveu quebrar com todos os parâmetros, desenvolvendo um novo acessório para jogar sem qualquer tipo de controle nas mãos.
O Kinect do Xbox 360 utiliza um conjunto de câmeras para processar as imagens do ambiente — captando os movimentos do jogador e de outros elementos do recinto — e transportá-las para o jogo.

Playboy Dezembro de 2014 - Lola Melnick (Capa)


E é divulgada a última capa da Playboy do ano de 2014 que conta com Lola Melnick que é russa e trabalha no SBT. Há meses vem circulando os boatos de que ela faria um ensaio e enfim chegou e vendo a capa poderemos esperar ótimas fotos já que o tema é praia.


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Top 10 One-Hit Wonder | Maravilhas de Um Sucesso Só dos Anos 90


Para vocês que tem entre 25 a 40 anos de idade devem ter cantando, pulado e se apaixonado por muitas músicas de sucesso nos Anos 90 e algumas destas músicas são conhecidas como One-Hit Wonder.


O que é One-Hit Wonder?

Esta palavra em inglês significa uma espécie de Maravilhas de Um Sucesso Só, ou seja, artistas que tiveram sucesso com apenas uma música e depois não conseguiram emplacar mais nada e ficaram esquecidos por alguns e vivos na memória de outros devido a canção ter sido uma explosão.


E quais são estes 10 sucessos? Vejam a lista abaixo das canções que escolhi como as Maravilhas de Um Sucesso Só dos Anos 90 e relembrem elas. Lembrando que a ordem é aleatória.


"Bagulho no Bumba"  - Os Virgulóides


O grupo até parecia legal e tinha uma boa pegada de rock, mas apenas uma música do grupo acabou vingando e fez muito sucesso, tanto que Os Virgulóides foram em programas como Domingo Legal, Planeta Xuxa. Após o sucesso de "Bagulho no Bumba" o grupo não conseguiu emplacar mais nada e encerraram as atividades. Tentaram voltar em 2012, mas mesmo assim não convenceram.


"Tic Tic Tac (Bate Forte O Tambor)" - Carrapicho


Diga-se de passagem que eu adorava esta música e ainda gosto muito. O sucesso foi um dos raros que saíram do estado do Amazonas e passou por todo o país, inclusive países da Europa tocou esta música e versões como até russa foi lançada. O Carrapicho ainda existe, mas sucesso só no seu estado.


"Palpite" - Vanessa Rangel


Sem dúvidas é uma das maiores canções românticas de todos os tempos e até parecia que a carreira de Vanessa Rangel iria alavancar e ela poderia se tornar até quem sabe uma nova Marisa Monte, mas infelizmente ela ficou só no Palpite e hoje nem canta mais e é advogada.


"Rap da Felicidade" - Cidinho & Doca


Isso que eu chamo de um bom Funk, a letra mais leve, sem linguajares pesados e chulos. O Rap da Felicidade atravessou as favelas e fez um voo alto pelas rádios de todo o Brasil e foi uma das canções mais tocadas. A dupla Cidinho & Doca não emplacou outro sucesso, mas se for a um show deles esta música é repetida várias vezes.


"Só no Sapatinho" - Só no Sapatinho


Esta música embalou a novela Torre de Babel e tocou bastante no folhetim e nas rádios do Brasil, mas o grupo que tinha até o filho do Zico nos vocais ficou Só no Sapatinho e depois não ficou mais calçado em um outro sucesso e nem existe mais.


"Lá Vem o Negão" - Cravo e Canela


Foi uma das músicas mais divertidas dos Anos 90 e foi um sucesso febril, tocando até em rádios Pop de tão atraente que a canção era. O grupo Cravo e Canela até prêmios ganharam, mas por motivos que até hoje eu não sei o grupo não conseguiu emplacar mais nada, absolutamente nada e ficou por isso mesmo na canção Lá Vem o Negão.


"Heloísa, Mexe A Cadeira" - Vinny


Tudo bem que Vinny emplacou outras canções e chegou a tocar nas rádios, mas todas elas de forma mais tímida e bem abaixo do que foi Heloísa, Mexe A Cadeira que tocou muito e as rádios Pops e populares aproveitaram bem o sucesso desta música.


"Xibom Bombom" - As Meninas


Entre as 10 músicas da lista esta é uma das minhas favoritas, era uma fase onde alguns grupos de axé perdia o espaço e dava para outros e entre eles foram As Meninas que foram um estouro com esta música de nome Xibom Bombom que ficou muitas semanas no primeiro lugar nas paradas de sucesso e chegou a ser uma das melhores do ano, mas se analisarmos a música ela tem uma mensagem boa. O grupo não conseguiu emplacar mais nada e olha que elas tinham um bom talento, e entre tentativas e outras e saídas o grupo acabou.


"Papo de Jacaré" - P.O. Box


Os Anos 90 estavam acabando e para encerrar uma década de ouro esta música que não tem muito sentido fez um sucesso espetacular e o grupo P.O. Box ficou por meses tocando só esta música por onde ia e o Papo de Jacaré foi seu único sucesso e até tentou outra coisa, mas logo o grupo acabou.


"O Pinto" - Raça Pura


O grupo Raça Pura misturava samba, pagode e letras que lembravam até axé, pelo menos com esta canção O Pinto foi assim. Confesso que a música é ruim e não sei como fez tanto sucesso, mas enfim, muitas pessoas adoravam dançar esta músicas nos fins de churrasco de sábado à noite e passaram muita vergonha.


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