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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Crítica | "A Gente Mora no Agora", disco solo do cantor Paulo Miklos



Sou um fã e admirador da banda Titãs e considero uma das cinco maiores bandas que o Brasil tem (teve). Era evidente que a banda não estava mais com todo aquele pique, no sentido de fazer grandes discos e lançar canções marcantes como foi em toda a década de 80 e isso é resultado de inúmeras coisas como a mudança que vem acontecendo na música brasileira e a saída de quase todos os integrantes do grupo que fez até perder a identidade.

O último que saiu do grupo Titãs foi Paulo Miklos que deve ter sido difícil, até porque ele é um dos nossos maiores Rockstars brasileiros e ele trabalhava muito bem em equipe junto aos demais no grupo e uma carreira solo seria uma incógnita e sendo sincero eu não tinha expectativas boas quanto aos novos trabalhos.

Sabemos que Paulo Miklos é ator e ele trabalha bem e vimos ainda nesse ano ele fazendo uma participação na série Sob Pressão, na Globo, mas antes de atuar vimos Paulo em ação como jurado no programa X Factor em 2016 e achei o programa em si muito abaixo do esperado.

No dia 11 de agosto deste ano de 2017 Paulo Miklos lança o que é seu terceiro álbum solo chamado de A Gente Mora no Agora, mas sendo sincero como disse logo acima a minha expectativa não era tão altas e se misturava a algo nulo, mas algumas coisas me chamaram a atenção neste disco primeiramente pela inúmeras boas críticas que tenho visto na internet, mesmo daqueles que são sempre exigentes, desde então resolvi dar mais atenção.




O que me impulsionou a ouvir seu novo trabalho além das boas críticas foi a canção "Vou te Encontrar" que é extremamente linda, com um apego emocional grande e que realmente ouvindo com atenção é capaz de deixar cair lágrimas por uma obra tão bem feita. A faixa foi escrita por Nando Reis que foi um presente de amigo para amigo. A canção foi inspirada pelas mortes dos pais de Paulo e também de sua esposa Rachel, que infelizmente faleceu devido a um câncer em 2013. 


Sobre o processo de criação de "Vou te Encontrar", Paulo disse:

"Enviei a ele uma letra e depois cobrei: 'Pô, você viu?' Ele disse que viu, mas não estava rendendo. Depois, passou um tempo e [o Nando] me ligou, dizendo: 'Olha, foi de estalo, acordei com uma música inteira na cabeça. Fiz para você, sobre você'. Nada a ver com a [letra] que eu mandei. (...) É muito interessante, porque é na minha voz, mas ao mesmo tempo escrita por ele. 'Vou te encontrar', fala. É essa coisa de estar em você a memória das pessoas que você perdeu, de estar na natureza. Tem uma coisa muito bonita e sensível de como encarar isso afetivamente. Quando eu ouvi a música, fiquei emocionado. Ele conhece a minha história. As pessoas que eu perdi são queridas para ele também."



Sobre todo o disco o que encontramos é uma mistura bem brasileira e envolve vários estilos da nossa música como Samba, Frevo, influencias do Tropicalismo e uma grande essência da nossa MPB, porém ouvimos bem pouco de Rock, mas não é problema nenhum. O disco vem mostrando um lado de Paulo Miklos muito interessante que dá aquela sensação de que era para ele ter trabalhado com algo assim muito antes e é uma surpresa bem positiva para mim que sou fã e que não espetava algo tão bom.

No álbum temos uma banda muito bem afinada e que casa bem com as letras e a interpretação de Paulo. Temos participações especiais como da cantora Céu e do cantor. Guilherme Arantes. Aliás as composições das letras também contam com grandes nomes da nossa música como Mallu Magalhães, Nando Reis, Lurdes da Luz e Erasmo Carlos.

Entre as faixas poderia destacar várias, mas vou citar algumas como "A Lei Desse Troço" em parceria com Emicida e gosto da sua melodia que faz lembrar um pouco o Tropicalismo e ouvimos uma bela sinfonia de instrumentos de sopro.

A faixa "Vigia" lembra muito o que ouvimos na nova MPB e achei de muito bom gosto e tem potencial para ser um grande single.

A canção "País Elétrico" repete um pouco essa metodologia da nova MPB com uso de sintetizadores. A canção é uma parceria com Erasmo Carlos e fala da crise política que acontece no Brasil, criticando com frases fortes e com um refrão bem poderoso.

Temos um belo samba no disco com a faixa "Não Posso Mais"  em parceria com Mallu Magalhães e confesso que ficou "bonitinha" e gostosa de ouvir.


Conclusão

Peço até desculpas ao Paulo Miklos por dar esta chance um pouco tarde e fui até sincero quando falava de expectativas e agora falo para vocês: ouça ao disco A Gente Mora no Agora e acredito que quem é fã de Paulo, da MPB e da nova forma de interferir na nossa música vai gostar bastante deste álbum que tem tudo para ser considerado um dos três melhores trabalhos de 2017.



4.5/5



Crítica | "Tell Me You Love Me" de Demi Lovato



A cantora Demi Lovato é uma das minhas artistas favoritas do Mundo Pop e desde o seu primeiro álbum solo chamado Don't Forget que venho acompanhando sua carreira e confesso que ela tem realizado trabalhos interessantes quando se trata de um disco, com exceção de Unbroken que achei o mais fraco deles e só me limito a ouvir os singles. Sobre outro disco importante de sua carreira gosto muito de Demi, lançado em 2013 que mostra uma maturidade.

E por falar em maturidade foi o que percebi em Tell Me You Love Me, novo álbum de Demi Lovato lançado no dia 29 de setembro deste ano, sendo seu sexto trabalho de estúdio.



Boa parte das canções deste álbum são como respostas ou exposições de situações pessoais e que muitos delas aconteceram de verdade em sua vida e por isso vimos muito empoderamento nas letras e acredito que seus ex-namorados e pessoas que foram seus amigos e que hoje não são mais devem vestir a carapuça.

Sobre a qualidade vocal de Tell Me You Love Me, Demi está com uma técnica impressionante e ela utiliza desde agudos até a provocações como um sussurro para derreter os ouvidos de pessoas apaixonadas por sua voz que está bem forte neste disco e acho que para resumir isso, ouça a faixa "You Don't Do It for Me Anymore" que é em tom instrumental baixo e Demi mostra uma capacidade perfeita de entonação.

O primeiro single deste álbum é "Sorry Not Sorry" que é uma canção de bastante empoderamento e ela fala direto com aquelas pessoas que a odeiam e Demi interpreta de forma espetacular. Por incrível que pareça esta canção é a que melhor obteve uma colocação boa na Billboard Hot 100, sendo a oitava colocada.

"Ruin The Friendship" me faz lembrar canções de grandes cantoras da nova geração do R&B e gosto da sua melodia e Demi mostra uma técnica vocal diferente, onde ela canta mais suave e aos poucos a canção vem pedindo que ela entoa mais alto, tornando a canção linda.

A canção "Tell Me You Love Me" que dá nome ao álbum tem um inicio que lembra um outro single, mas depois a canção toma um rumo mais original e tem uma produção muito boa quanto a parte instrumental.

Nem tudo é mil maravilhas num álbum, e uma das faixas que não me agradou foi "Only Forever" que achei um pouco genérica, mas compõe bem a proposta do álbum em um todo.

Para finalizar a faixa "Cry Baby" é mais uma composição com o intuito de dizer para alguém como uma indireta e temos palavras fortes e esta canção eu vejo com potencial para ser single, mas geralmente na carreira de Demi canções em forma de balada são as últimas lançadas.


Conclusão

Mais uma vez Demi Lovato nos presenteia com um grande trabalho, acredito que esse é o mais maduro, basta ver pelas letras, mas sobretudo a sua voz que está tecnicamente melhor que outras grandes cantoras do Mundo Pop. Tell Me You Love Me vai agradar muito seus fãs que deverão ouvir umas vinte meses em alguns dias, mas para quem é ouvinte ocasional da música Pop poderá se limitar apenas aos singles e talvez escutaria muito este disco se tivesse alguma grande novidade ou um repertório totalmente ímpar.



3.5/5


domingo, 22 de outubro de 2017

05º "Meteora" - Linkin Park | Os 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI



Vamos dar início ao Top 5 da série dos 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI e vamos com a banda Linkin Park que marcou muito a minha adolescência e que infelizmente nesse ano perdemos o vocalista Chester Bennington.

O álbum que iremos falar é Meteora que foi o álbum que definitivamente levantou o patamar da banda e por conta das suas canções, clipes e habilidade de todos os integrantes os fãs foram só aumentando e víamos o Linkin Park ser cada vez uma banda de muito respeito, prestígio e consolidação.



Meteora é o segundo álbum de estúdio da banda americana de rock Linkin Park, lançado em 25 de Março de 2003. Todas as canções foram produzidas pela banda, que se inspirou na cidade grega Meteora. O álbum já vendeu 5,5 milhões de cópias nos Estados Unidos e mais de 10 milhões no mundo inteiro, até à data.



Quando o álbum foi lançado a banda vinha numa crescente por conta do trabalho  Hybrid Theory e o que motivou aos fãs era que Meteora seguia o mesmo padrão com aquele Rock mais Alternativo, misturado com Nu Metal e víamos muito peso nas guitarras e Chester arrasando nos vocais e dando um ponto alto em várias canções.



São treze faixas e seis deles tornaram-se singles nas emissoras de rádios e o planejamento eram lançar um número menor de hits, mas o público e a crítica aclamavam tanto o álbum Meteora que talvez teriam sucesso com quase todo o álbum.

O primeiro single foi "Somewhere I Belong", lançado em março de 2003 e causou um grande impacto por conta da chegada do novo álbum, mas o maior sucesso deste trabalho foi "Numb" que foi o terceiro single lançado em setembro de 2003 e alcançou a primeira colocação em diversos países, sendo então a melhor canção de rock do ano, segundo a Modern Rock Tracks.

A canção "Faint" foi o segundo single e que causou bastante impacto na música por ter uma mistura certeira de rock com eletrônico e em boas partes da faixa Chester entoava seus fortes agudos que dava um tom perfeito na canção.


Faixas


Faixa Título


1
"Foreword" 
2
"Don't Stay" 
3
"Somewhere I Belong" 
4
"Lying from You" 
5
"Hit the Floor" 
6
"Easier to Run" 
7
"Faint" 
8
"Figure.09" 
9
"Breaking the Habit" 
10
"From the Inside" 
11
"Nobody's Listening" 
12
"Session" 
13
"Numb" 


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Bruna Linzmeyer é capa da Revista Trip na edição de outubro - Vejam capas


A atriz Bruna Linzmeyer que interpreta a personagem Cibele na novela A Força do Querer é capa da Revista Trip na edição de outubro. A atriz cede uma entrevista além disso tem seu ensaio.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Grandes Discos Brasileiros | 'Maria Rita' - Maria Rita (2003)


Na série Grandes Discos Brasileiros vamos falar de uma das maiores cantoras que apareceu no Século XXI e que tem sua carreira consolidada graças a sua voz, forma de interpretar as canções e a relevância que tem nesta nova geração da MPB. Maria Rita é a cantora que praticamente me mostrou e abriu o caminho para gostar cada vez mais da nossa música brasileira.



Vamos falar do álbum Maria Rita, lançado em 2003 e que foi uma enorme surpresa para a música brasileira, porém já havia uma grande expectativa para sua chegada já que ela carrega(va) como principal referencia a sua mãe, Elis Regina, ou seja em 2002 eu cheguei a ler na Revista Isto É sobre personalidades que seriam grandes revelações do ano e foi lá que conheci Maria Rita e fiquei curioso de ouvir seu álbum que foi lançado em 9 de setembro de 2003 e em outubro adquiri o CD dela e me encantei por todas as treze faixas que tem.

O álbum quando foi lançado tinha uma novidade que foi uma tentativa de ser tendência entre 2002 a 2004 entre outros artistas que era incluir no CD uma faixa interativa para quem tinha computador na época e no caso de Maria Rita o conteúdo eram duas faixas exclusivas que eram as canções "Vero" e "Estrela, Estrela", porém quem adquiriu o LP deste trabalho tinham como canções extras estas duas faixas citadas, mas foram para o mercado apenas mil LPs.



O álbum foi um sucesso de vendas, mas não de forma imediata, mas sim pelo famoso "boca a boca" como o próprio produtor disse em uma entrevista. O álbum vendeu mais de 1 milhão de cópias no país, sendo certificado como platina tripla. Também ganhou dois Grammys Latino nas categorias de "Melhor Disco de MPB", "Artista Revelação" e "Melhor Música" por "A Festa".




As treze faixas contava com grandes compositores como Milton Nascimento, Rita, Lee, Marcelo Camelo, Lenine, César Camargo Mariano, entre outros.

Algumas faixas tocaram em emissoras de rádios, mas as especializadas em MPB e a de maior repercussão foi "Cara Valente" que tinha uma bela letra e uma melodia com características bem brasileiras de samba, mas o que encantava e agradou muito a crítica foi a forma como interpretou.

A faixa "A Festa" foi bem executada nas emissoras de rádio e era considerada a melhor faixa deste álbum, tanto que venceu no Grammy Latino. "Encontros e Despedidas" é outro destaque, ainda mais que tocou na novela global Senhora do Destino e impulsionou ainda ais as vendas do álbum.

Particularmente gosto da faixa "Santa Chuva" que inclusive é uma faixa que todos os fãs de Maria Rita gostam também, tanto que em um de seus DVDs a própria cantora cita isso. Outra faixa de grande gosto pessoal e de muitos fãs é "Não Vale a Pena".


Faixas

Faixa Título Compositor(es)



1
A Festa
Milton Nascimento
2
Agora Só Falta Você
Rita Lee, Luis Sérgio Carlini
3
Menininha do Portão
Nonato Buzar, Paulinho Tapajós
4
Não Vale a Pena
Jean Garfunkel, Paulo Garfunkel
5
Dos Gardenias
Isolina Carrillo
6
Cara Valente
Marcelo Camelo
7
Santa Chuva
Marcelo Camelo
8
Menina da Lua
Renato Motha / César Camargo Mariano
9
Encontros e Despedidas
Milton Nascimento, Fernando Brant
10
Pagu
Rita Lee, Zélia Duncan
11
Lavadeira do Rio
Lenine, Bráulio Tavares
12
Veja Bem Meu Bem
Marcelo Camelo
13
Cupido
Cláudio Lins



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

domingo, 15 de outubro de 2017

06º "A Rush of Blood to the Head" - Coldplay | Os 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI



O sexto colocado na série dos 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI é o segundo álbum da banda Coldplay chamado de A Rush of Blood to the Head. A banda britânica completa então nesta lista quatro álbuns, provando que é um dos grandes artistas que apareceu neste século. 

Foi com este álbum que definitivamente conheci a banda, já que o primeiro álbum teve um sucesso relativamente limitado a pessoas que escutavam somente Rock e algo parecido com o Brit-pop ou um som mais alternativo. A canção que me apresentou o Coldplay foi "Clocks" que fez um sucesso enorme no Reino Unido e foi indicada a várias premiações, enquanto isso aqui no Brasil a canção tocava razoavelmente nas emissoras Pop ou em Light Pop.




A Rush of Blood to the Head é o segundo álbum de estúdio da banda britânica de rock alternativo Coldplay. Lançado em 26 de agosto de 2002 pela gravadora Parlophone no Reino Unido, o álbum foi produzido pela banda e pelo produtor musical britânico Ken Nelson.

A gravação começou logo depois que a banda se tornou popular na Europa e no exterior, depois do lançamento de seu álbum de estreia, Parachutes. Uma das influências para as composições, como "Politik", se deve aos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, que ocorreram uma semana antes de começarem a gravar. As canções do álbum tem um maior uso de piano e de guitarra do que seu antecessor. 



O álbum inclui baladas e canções acústicas com uso intensivo de violão e piano. Algumas bandas como U2 e Muse foram inspirações para a gravação de alguma faixas. As composições das canções teve uma atenção especial e tratava de situações do cotidiano referente a atitude das pessoas.

O álbum estreou com um enorme sucesso comercial, um padrão contínuo, que começou em Parachutes, que fez do Coldplay ser uma das bandas com maiores vendas no mundo. Atingiu o topo das paradas no Reino Unido. Em toda Europa o álbum passou da marca de 5 milhões de cópias. Nos Estados Unidos o sucesso foi enorme e passou de 4 milhões de cópias e aqui no Brasil chegou a 50 mil cópias.




Quanto a crítica houve muitas opiniões diferentes, alguns elogiavam com nota máxima, considerando o disco do ano, outros achavam que o disco precisava de algo a mais e deram notas equivalentes a sete de dez.

O álbum teve cinco singles lançados e o primeiro deles foi "In My Place" que conseguiu fazer muito sucesso na Europa e acabou despontando depois nos Estados Unidos e em outros países, pois o responsável foi o terceiro single, "Clocks" que praticamente apresentou a banda Coldplay a muitas pessoas e novos fãs apareceram que ainda conheceram o segundo single e um dos favoritos de muitas pessoas, o mega hit "The Scientist". O último single lançado foi "God Put a Smile upon Your Face" que não despontou tanto já que os três primeiros hits ainda tocavam muito nas emissoras.


Faixas

Faixa Título


1 Politik  
2 In My Place  
3 God Put a Smile upon Your Face  
4 The Scientist  
5 Clocks  
6 Daylight  
7 Green Eyes  
8 Warning Sign  
9 A Whisper  
10 A Rush of Blood to the Head  
11 Amsterdam 
 

sábado, 14 de outubro de 2017

Especial Street Fighter 30 Anos | Os 10 Melhores Personagens


Uma das franquias de games mais famosas de todos os tempos é o jogo de luta Street Fighter que completa 30 Anos nesse ano de 2017 e com certeza é um dos jogos de maior sucesso da história e que acredito que muitos tenham experimentado jogar uma vez.

Fizemos aqui no Blog uma postagem sobre Os 10 Piores Personagens e agradeço as visitas e realmente demorei para fazer a lista dos  10 Melhores Personagens por conta de outros compromissos.

A lista dos 10 Melhores Personagens trata-se daqueles jogadores que na minha opinião tem as melhores jogabilidades, melhores histórias e relevância dentro do jogo, e claro aqueles personagens que me marcou


Veja a lista abaixo dos meus 10 Melhores Personagens do Street Fighter e a ordem é alfabética, até porque seria difícil definir uma ordem específica.




BLANKA

Talvez a sua jogabilidade não é das melhores até porque para acionar seus golpes especiais precisava dar uns passos para trás e numa luta dinâmica ficava às vezes impossível, mas a entrada de Blanka na lista é pela sua história, por ser um personagem brasileiro e falando em golpe especial se havia um bem complicado, por outro lado havia um golpe fácil de acionar que era o do choque.



CAMMY

A personagem apareceu no Super Street Fighter 2 e logo chamou a atenção pelo seu figurino, mas a sua história, os golpes e a relevância que ela tem no jogo é fundamental para incluir na lista.



CHUN-LI

É a personagem feminino mais importante da saga Street Fighter, mas também se trata de uma das grandes personagens da Capcom que é uma das maiores desenvolvedoras e Chun-li sempre é tratada com mais carinho por ter marcado muito na história dos games.



GUILE

Outro personagem que marca a história da saga Street Fighter e o que eu gostava muito em Guile era o design que ia desde o figurino e sua personalidade. Seus golpes especiais eram um pouco complicados de executar, mas seus chutes e socos eram rápidos e bastava apenas isso para zerar o game.



JURI

A personagem surgiu em Street Fighter IV e gostei muito da sua jogabilidade que é muito bom de executar e tem sido uma das personagens que mais uso em batalhas online. Juri é ágil, perspicaz e sabe desviar bem dos golpes e na história do game ela foi bem desenvolvida.



KEN

Eu quase que não coloco Ken na lista, mas junto com Ryu ele é um dos protagonistas do jogo e tem uma importância muito grande na história do jogo, pois teve um desenvolvimento muito bem feito e até hoje no jogo novo da saga, sua história e relevância é grande e importante. Os golpes era fáceis de executar e era um dos mais escolhidos no Street Fighter 2.



M. BISON

Entre os grandes vilões da saga  e da história dos games de luta o M. Bison tem uma importância enorme e creio que muitos jogos de uma certa forma podem ter se inspirado nele em questão de como desenvolver um "chefão". Nos jogos após o Street Fighter 2 ele passou a ter menos espaço e no quarto jogo da saga ele deixou de ser o principal vilão, mas sempre está presente e sempre lembrado pelas gerações antigas.



RYU

É o principal nome do Street Fighter, isso por ele ser o protagonista e por ter uma história muito bem desenvolvida e por possuir golpes especiais que marcou a história dos videogames como por exemplo seu Hadouken onde a execução passou a ser simplesmente meia lua e soco e qualquer jogador mesmo que passe anos sem jogar vai lembrar deste golpe.



SAGAT

Outro personagem marcante. Sagat é um dos vilões da saga Street Fighter, mas não o principal, mas há quem o admira mais que qualquer outro vilão por conta da sua história, seus golpes que são muito bons e a continuidade dada a ele, tendo uma relevância enorme no jogo.



SAKURA

Uma das personagens mais incríveis e é uma das que mais utilizo em batalhas online. A personagem Sakura é da mesma linhagem de golpes de Ryu, Ken e Akuma, mas a sua agilidade e precisão eu considero levemente melhor. Sua relevância no jogo não é tão grande como de demais personagens, mas é uma das peças importantes da saga.


07º "Fallen" - Evanescence | Os 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI


Hoje na série dos 100 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI  iremos lembrar do um álbum que foi um fenômeno de vendas e de sucesso e acabou ditando moda em meados de 2003 por conta do vestuário da banda. Trata-se de Fallen que foi o álbum de estreia da banda Evanescence que trouxe muito Rock pesado misturado com gótico.



Fallen é o álbum de estreia da banda de rock americana Evanescence. Foi lançado em 4 de março de 2003 através da gravadora Wind-up Records. O álbum foi gravado em multíplos estúdios, incluindo Conway Recording Studios em Hollywood, Califórnia.

É comercialmente o disco mais bem sucedido da banda, com vendas de mais de sete milhões de cópias nos Estados Unidos, e atualmente estima-se mais de 17 milhões em todo o mundo.



Aqui no Brasil o álbum foi um fenômeno de sucesso e as vendas foram consideradas muito boa. Além das vendas os singles foram bem sucedidos e por conta do visual gótico da banda e do comportamento de Amy Lee acabou que uma tendência ou uma moda foi instituída pelos fãs que eram se vestir de preto ou usar as camisas da banda.

A minha história com este álbum é muito marcante, onde alguns amigos tinham este álbum e fui só adquirir anos depois quando comecei a colecionar CDs, ainda mais de grandes trabalhos que fez parte de minha vida.



As críticas para o álbum foram boas, talvez não foi visto uma crítica negativa para este trabalho que era muito envolvente com letras bem compostas em sua maioria pela Amy Lee e víamos muita qualidade na banda que era muito afinada e trazia uma mistura de Metal com Gótico.

Foram lançados quatro singles para ser executados nas rádios, todavia parecem poucos, mas os três primeiros foram fenômenos de sucesso e tocou por muito tempo e ficou semanas nas paradas de sucessos. O primeiro single foi  "Bring Me to Life" e assim conhecemos e nos apaixonamos pela banda. Alguns meses depois foi lançado "Going Under" que teve o mesmo sucesso e nessa época a banda já fazia uma turnê com direito a muitos shows. O último grande hit deste álbum é "My Immortal" que tinha uma sonoridade bem diferente de todo disco, pois era apenas Amy Lee cantando e tocando piano.


Faixas

Faixa Título


1
"Going Under" 
2
"Bring Me to Life"
3
"Everybody's Fool" 
4
"My Immortal" 
5
"Haunted" 
6
"Tourniquet"
7
"Imaginary" 
8
"Taking Over Me" 
9
"Hello" 
10
"My Last Breath" 
11
"Whisper" 
12
"My Immortal" (Band Version)


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Vanessa Giácomo é capa da Revista Boa Forma de Outubro


A atriz Vanessa Giácomo que está na novela Pega Pega é capa da Revista Boa Forma da edição do mês de Outubro. Em entrevista à publicação, a atriz contou que concilia a rotina de gravações com os exercícios físicos.



 

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Grandes Discos Brasileiros | 'Angélica' - Angélica (1988)



A série Grandes Discos Brasileiros irá fazer uma homenagem ao Dia das Crianças e quem será homenageado é Angélica que foi uma das maiores apresentadoras de programas infantis de todos os tempos e assim como Xuxa, ela também gravou diversos discos para alavancar sua visibilidade e mostrar que ela é uma artista completa.



Angélica gravou nada mais que 13 discos de estúdio entre 1988 e 2001 e todos eles tiveram grande sucesso de vendas, mas iremos fala do seu disco de estreia, lançado em 1988 com o nome Angélica e foi o álbum que mais deu certo na sua carreira e de lá saiu o seu maior hit.


Histórico

Angélica iniciou sua carreira aos 4 anos de idade, vencendo por dois anos consecutivos o Concurso "A Criança Mais Bonita do Brasil" no programa Buzina do Chacrinha e logo depois passou a trabalhar como modelo e atriz.

Como apresentadora, começou em 1987, aos 12 anos no programa infantil Nave da Fantasia, e no juvenil Shock na Rede Manchete. O sucesso estrondoso veio quando foi substituir a apresentadora Xuxa no comando do Clube da Criança, tornando-se uma das principais estrelas da emissora. Em 1988 apresentava também o programa Milk Shake.

Devido ao talento como apresentadora e inteligência, podendo se adaptar a qualquer ramo artístico a produção do programa Clube da Criança junto a Gravadora CBS decidiu que Angélica poderia gravar um disco.



A gravação do disco precisava de uma super produção e a gravadora contratou o produtor musical Marco Mazzola que já tinha em mente algumas canções e muita confiança de que Angélica iria dar muito certo como cantora, assim como foi Xuxa, porém Angélica tinha uma técnica vocal melhor o que renderam muitas expectativas. A ideia do disco é que ele fosse uma mistura de canções infantis e para pré adolescentes.

Aos 15 anos de idade Angélica lança seu primeiro disco em 1988 e as expectativas foram superadas e o sucesso foi incrível. O álbum vendeu 200 mil cópias em apenas duas semanas e as cópias finais foram mais de um 1,2 milhões de cópias.




Vou de Táxi

O grande sucesso deste disco foi "Vou de Táxi" que foi um daqueles fenômenos que geralmente acontece com artistas que iniciam a carreira musical. A canção tocou em várias emissoras de rádio e ficou no Top 10 das canções mais tocadas de 1988. Apesar de estar na TV Manchete, a TV Globo abriu as portas para a cantora e até um clipe ela ganhou. 

Trata-se de uma versão da música "Joe le Taxi" cantada em francês pela cantora Vanessa Paradis e composta por Étienne Roda-Gil e Franck Langolff. A versão em português foi escrita por Aloysio Reis e Byafra. 

A letra tem citações bem íntimas e quase que Angélica não gravava esta canção, mas seus pais autorizaram que ela gravasse, porém passou despercebido algumas frases que poderiam ser consideradas polêmicas na época, mas para quem ouviu canções infantis e juvenis na década de 80 sabe que letras com citações íntimas e sexuais era normal.





Outro hit deste disco foi a faixa "Eu Digo Sim" que tocou nas emissoras de rádio, mas com menos frequência que o sucesso anterior, mas as apresentações na TV com esta canção foi bastante executada. Era uma faixa divertida e bem dançante e foi uma daquelas embalaram festinhas de aniversário.

A faixa "Eu Não Sabia Que Você Existia" é uma regravação da dupla Leno e Lilian que na qual Angélica era fã e teve boa aceitação de seus fãs.

Uma faixa bem construída foi "Coração na Multidão" que contou com uma banda mais técnica para tocar e uma composição de letra e melodia bem produzidas com a intenção de torná-la hit, como não aconteceu.


Faixas

Faixa Título Compositor(es)



1
Vou de Táxi
Aloysio Reis e Byafra 
2
Primeiro Amor
Aloysio Reis
3
Milk Shake
Edgard Poças
4
Coração na Multidão 
Edgard Poças, P. Mounsey
5
Na Na Na Hey Hey Tchau Tchau 
P. Leka, D. Fraushuer, G. de Carlos, C. Rozwadowski
6
Eu Digo Sim
Carlos Pedro, Ed Wilson, Paulo Ricardo
7
Eu Não Sabia Que Você Existia
Renato Barros, Tony
8
Não Dá Mais
Cláudio Rabello, Torcuato Mariano
9
Super Cat
Cláudia Olivetti, Lincoln Olivetti
10
Nosso Amor É Uma Festa
Piska



Ouça o Disco



terça-feira, 10 de outubro de 2017

Playboy Outubro 2017 - Juju Salimeni / Ariana Martins (Capa)


A Edição de Primavera da Revista Playboy que é para o mês de Outubro conta com a estrela Juju Salimeni na capa e já está nas bancas. Para surpresa de muitos este ensaio nem era esperado, porém o que muitos não gostaram foi da capa, porém o que agradou os fãs e assinantes da revista é a capa de colecionar com a modelo Ariana Martins que ficou de muito bom gosto e para adquirir esta edição é apenas pelo site da revista.




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Carnaval São Paulo 2018 | Veja a Agenda de Ensaios Técnicos no Anhembi Rumo a 2018



Faltando quatro meses para o Carnaval fiquei de divulgar para vocês a Agenda de Ensaios Técnicos no Anhembi Rumo a 2018 que será nos dias 9 e 10 de Fevereiro para o Grupo Especial e dia 11 de Fevereiro para o Grupo de Acesso.

Diferente do Rio de Janeiro os ensaios serão garantidos e cada escola terão no máximo três datas para realizar seus ensaios técnicos que seria o treino antes de chegar o grande dia, porém cada escola ainda terá direito de fazer algum ensaio específico como ensaio de Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira ou a ensaio exclusivo de bateria.




A LIGA SP, responsável pela organização dos desfiles das escolas de samba da cidade de São Paulo, divulgou em seu site o calendário oficial dos Ensaios Técnicos do Carnaval 2018. Os ensaios acontecem entre os dias 5 de janeiro e 2 de fevereiro no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo e a escola que vai abrir os ensaios é a tradicional Camisa Verde e Branco sozinha, e no último dia teremos quatro escolas, sendo que a Vai-Vai irá encerrar mais um ciclo de ensaios.




Lembrando que todos os ensaios técnicos no Sambódromo do Anhembi a entrada é GRATUITA e para chegar lá pode ir tanto de transporte público ou de carro que sempre é aberto o estacionamento, porém é cobrado. Os ensaios técnicos se tornaram um dos points do paulistano e de outras pessoas que moram na Grande São Paulo ou em outras regiões e é uma grande oportunidade de acompanhar grandes escolas ainda mais para quem não tem condições financeiras de adquirir os ingressos.



Confira abaixo a programação completa dos ensaios técnicos:


Dia 5 de janeiro (sexta-feira)
21h – Camisa Verde e Branco

Dia 6 de janeiro (sábado)
20h30 – Unidos de Vila Maria
21h45 – Rosas de Ouro
23h – Império de Casa Verde
0h15 - X-9 Paulistana

Dia 12 de janeiro (sexta-feira)
21h – Mocidade Alegre
22h15 – Mancha Verde

Dia 13 de janeiro (sábado)
18h – Imperador do Ipiranga
19h15 – Colorado do Brás
20h30 – Nenê de Vila Matilde
21h45 – Unidos de Vila Maria
23h – Rosas de Ouro
0h15 – Gaviões da Fiel
1h30 – Vai-Vai

Dia 14 de janeiro (domingo)
19h – Dragões da Real
20h15 – Pérola Negra
21h30 – Barroca Zona Sul

Dia 18 de janeiro (quinta-feira)
21h – Império de Casa Verde

Dia 19 de janeiro (sexta-feira)
21h – Águia de Ouro
22h15 – Mocidade Alegre
23h30 – Independente

Dia 20 de janeiro (sábado)
18h – Leandro de Itaquera
19h15 – X-9 Paulistana
20h30 – Tom Maior
21h45 – Unidos do Peruche
23h – Mancha Verde
0h15 – Camisa Verde e Branco
1h30 – Barroca Zona Sul

Dia 21 de janeiro (domingo)
18h - Colorado do Brás
19h - Imperador do Ipiranga
20h15 - Acadêmicos do Tucuruvi
21h30 - Acadêmicos do Tatuapé

Dia 24 de janeiro (quarta-feira)
21h45 – Vai-Vai

Dia 25 de janeiro (quinta-feira)
19h15 – Acadêmicos do Tucuruvi
21h45 – Gaviões da Fiel

Dia 26 de janeiro (sexta-feira)
21h – Tom Maior
22h15 – Leandro de Itaquera

Dia 27 de janeiro (sábado)
18h – Pérola Negra
19h15 – Águia de Ouro
20h30 – Mocidade Alegre
21h45 – Unidos de Vila Maria
23h – Rosas de Ouro
0h15 – Nenê de Vila Matilde
1h30 – Independente

Dia 28 de janeiro (domingo)
18h – Acadêmicos do Tucuruvi
19h15 – Dragões da Real
20h30 – Acadêmicos do Tatuapé
21h45 – Império de Casa Verde

Dia 31 de janeiro (quarta-feira)
21h – Águia de Ouro
22h15 – Camisa Verde e Branco

Dia 1º de fevereiro (quinta-feira)
19h45 - Leandro de Itaquera
21h – Gaviões da Fiel
22h15 – Unidos do Peruche
23h – X-9 Paulistana

Dia 2 de fevereiro (sexta-feira)
20h – Mancha Verde
21h15 – Tom Maior
22h30 – Acadêmicos do Tatuapé
23h45 – Vai-Vai



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